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A apresentação pública do Centro de Estudos de Políticas Agrárias da UEM ocorreu durante a II conferência anual dos parceiros da Rede Regional de Políticas Agrárias (ReNAPRI) que decorreu até 28 de Outubo em Maputo sob o lema “Antecipando o futuro da agricultura na região: Panorama para o Milho, Trigo, Açúcar e Arroz”.

A ReNAPRI é uma instituição da África Austral virada para investigação agrária e aconselhamento aos governos regionais sobre as políticas a adoptar no ramo agrícola. Ela existe há três anos e a sua primeira conferência realizou-se em 2014 na capital da Zâmbia, Lusaka.
ceppag viceNa conferência participaram cerca de 150 pessoas, provenientes de instituições públicas, produtores do sector agrário, sector privado, académicos e demais representantes da sociedade civil.
Falando na ocasião, o presidente da ReNAPRI, Chance Kabache, defendeu que África precisa de centros de investigação científica com capacidade de influenciar decisões político-governamentais. “Estas instituições devem influenciar os decisores políticos para que possam tomar medidas que contribuam para uma agricultura sustentável”, defendeu Kabache que também já ocupou o cargo de ministro da Agricultura da Zâmbia. 
Aliás, no seu discurso de abertura da Conferência, o Magnífico Reitor da UEM exaltou o trabalho desta organização regional por na sua opinião “procurar materializar as aspirações dos governos africanos e da sociedade em geral, através do uso dos resultados e evidências da actividade de investigação para informar o processo de tomada de decisões, em cada um dos países membros da ReNAPRI e nos da região em geral”.
No entanto, o antigo vice-ministro da agricultura de Moçambique, João Carrilho, chamou a atenção dos participantes da II Conferencia anual da ReNAPRI, sobretudo os analistas mais críticos às políticas governamentais, ao facto de nem sempre as suas conclusões estarem em harmonia com a realidade. “Precisamos de compreender que a nossa evidência nem sempre é mais evidente que outras evidências.”
O antigo governante defendeu a importância dos centros de investigação apresentarem soluções que tenham em conta a realidade de cada lugar. “Não há razão para que as políticas se implementem de igual modo em todas as regiões de um país”, disse Carilho para quem “o analista tem de ter uma visão de 360 graus e ter uma agilidade de gato para estar no momento em que é solicitado”.

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